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Comemoração 15 anos do curso de Engenharia Civil da Unochapecó

Categoria: geral

 

Em agosto deste ano, o curso de Engenharia Civil da Unochapecó completou 15 anos de atividades. Um dos eventos em comemoração a esta data foi um jantar no Country Club Chapecó, no dia 21/09/2012, reunindo egressos e professores do curso de Engenharia Civil. Durante o jantar foi exibido um vídeo com imagens das diversas formaturas  destes 15 anos.

Evento Country Club 15 anos Eng. Civil

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Alunos da UNOCHAPECÓ participaram do 1º ENCONTRO ESTADUAL DE DIRIGENTES DO CREAjr-SC

Escrito 5 anos atrás por Mauro.Categoria: geral

O CREA-SC realizou no dia 12 de novembro em Florianópolis o 1º Encontro Estadual dos Dirigentes do CREAjr-SC. O evento contou com a participação dos dirigentes representantes dos acadêmicos das sete inspetorias do CREA-SC que compõem atualmente o CREAjr-SC – Blumenau, Chapecó, Joaçaba, Lages, São Miguel do Oeste, Tubarão e Canoinhas – além de representantes e dirigentes do CREA-SC.

Os representantes acadêmicos da inspetoria de Chapecó são as alunas Caroline Burtet e Kamilla Arndt, do curso de Engenharia Civil, e os acadêmicos Antonio Jr DalPiva e Diego Picoli, do curso de Agronomia.

creajr2

O programa foi implantado no CREA-SC em junho deste ano e no dia 29 de setembro, durante a 68ª SOEAA – Semana Oficial da Engenharia, Arquitetura e Agronomia, foi realizada a posse dos membros da Comissão Acadêmica Estadual (CAE). Em 11/11/2011, o Plenário do CREA-SC homologou a composição da CAE e prorrogou o mandato da Comissão de 31/12/2011 para 31/12/2012.


Palestras – Durante o Seminário foram abordados diferentes temas visando à integração dos representantes acadêmicos com os objetivos do Programa em nível estadual e nacional como também com os conselhos Regional e Federal.

A Estruturação do CREAjr-SC e a situação atual do Programa no Estado foi o tema explanado pelo Eng. Agr. Ari Geraldo Newman. O Presidente do CREA-SC, Eng. Agr. Raul Zucatto palestrou sobre a organização, ações e legislação do CREA-SC. O Coordenador do CREAjr no CONFEA, Tec. Eletron. Osiris Barbosa de Almeida debateu sobre a organização e as ações dos CREAjr no Brasil e a Geog. Cacilda Redivo detalhou as ações e a atuação do do CREAjr-PR.

O Encontrou contou ainda com atividades envolvendo grupos de trabalhos sobre o Regulamento Permanente de Eleições do CREAjr-SC, além de uma Plenária para a provação da proposta.

Fonte: CREA-SC (16/11/2011)

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Edifício ameaça desabar em Belo Horizonte

Categoria: construção

A edificação apresenta várias rachaduras e foi interditada, bem como outro prédio vizinho, pela Coordenadoria de Defesa Civil Municipal, e os moradores tiveram que deixar os apartamentos, no último fim de semana.

edifícioNielton Dias/UOL

Uma encosta cedeu, na parte traseira dos imóveis, o que teria comprometido as estruturas. Além disso, moradores afirmam que infiltrações no terreno teriam contribuído para o abalo nos prédios.

Os problemas na edificação começaram a ser percebidos pelos moradores um ano após a sua construção, finalizada em 1995.

De acordo com a assessoria do órgão, os proprietários dos apartamentos teriam procurado a construtora, que, por sua vez, alegou serem normais os surgimentos de trincas na construção como resultado de “acomodação natural de terreno”.

À época, ainda conforme a assessoria, a empresa se prontificou a realizar obras de reparo, com a garantia de que elas resolveriam o problema. No entanto, conforme histórico relatado pelo órgão, as rachaduras voltaram a ser notadas na estrutura “cada vez mais agravadas”.

A assessoria do TJ revelou que o condomínio entrou com uma ação, em 2010, depois que a empresa começou obras de restauração no local, mas abandonando-as em seguida. Os moradores pleiteavam danos materiais e morais, além da continuidade das obras.

O tribunal informou que a ação havia sido indeferida “momentaneamente”. Ainda conforme o relato, o juiz considerou ter havido “fatos novos”, no último fim de semana, como o aumento das trincas, para determinar os reparos.

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Fonte: UOL Notícias 25/10/2011

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Empresas autoprodutoras de energia vão investir R$ 3,4 bi em Usinas Eólicas

Categoria: geral

As indústrias eletrointensivas pretendem investir cerca de R$ 3,4 bilhões na construção de novos parques eólicos com capacidade para gerar até 1.000 megawatts (MW) de energia. O interesse é especialmente grande entre seis empresas: Alcoa, Camargo Corrêa Cimentos, CSN, MPX, Vale e Votorantim.

 eolica

Os investimentos devem ocorrer até 2020, segundo a Abiape, associação que representa os autoprodutores de energia elétrica, um grupo de 11 pesos-pesados da indústria. O planejamento das empresas que produzem energia para consumo próprio indica a intenção de ampliar a capacidade em 6 mil MW, por meio de diversas fontes. Um sexto disso seria por meio das eólicas, alternativa até então ignorada pelos grandes da indústria pesada.

 

Com pequenas mudanças regulatórias, os autoprodutores estão dispostos a "avançar nos planos", diz Mário Menel, presidente da Abiape. O barateamento da energia eólica já permite à indústria pensar em grandes investimentos no setor, "inclusive como alternativa à dificuldade para implantar usinas hidrelétricas", diz Menel.

 

No fim de 2009, após insistentes pedidos do setor, o governo fez um leilão exclusivo para usinas eólicas. Isso foi o segundo paradigma de seu desenvolvimento, com queda superior a 20% nos preços. O terceiro salto veio neste ano, quando o leilão de energia realizado em agosto demonstrou o rompimento de uma barreira: o megawatt-hora da energia eólica (em torno de R$ 99) ficou mais barato que o das térmicas a gás.

 

Fornecedores estrangeiros de equipamentos passaram a deslocar parte de sua produção, com baixa demanda nos países ricos, para o Brasil. Isso ajudou a derrubar os preços. "Mas o ganho tecnológico foi brutal nos últimos anos", diz Élbia Melo, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). O investimento necessário para 1 MW de nova capacidade instalada, segundo ela, caiu de R$ 7 milhões no início do Proinfa para os R$ 3,4 milhões atuais. Baseados nessa estimativa, os autoprodutores calculam seus investimentos em cerca de R$ 3,4 bilhões até 2020.

 

Diante da queda de preços e das dificuldades em viabilizar novos projetos, embora tenha obtido permissão do Ministério de Minas e Energia para ficar com até 20% das hidrelétricas que serão leiloadas em dezembro, os autoprodutores resolveram entrar também nas eólicas.

 

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Fonte: Valor (6/10/11)

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