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Cesta básica aumenta 5,20% em outubro

Mercado

Em tempos de economia, a tradicional ida ao supermercado tem se tornado um exercício de observação e seleção rigorosa dos produtos. Geralmente, o dinheiro que sobrava para compras fora da lista de necessidades, agora é quase todo destinado para os itens básicos. E a cautela têm sido a melhor solução na hora das compras, pois o preço da cesta básica em Chapecó voltou a subir no mês de outubro. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Observatório Socioeconômico (Observa) do curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, em relação ao mês de setembro, o aumento foi de 5,20%. Comparado com o mesmo período do ano passado, a alta chegou a 16,22%.

Para adquirir a cesta básica, que é formada por 13 itens considerados fundamentais para a alimentação, os chapecoenses tiveram que desembolsar R$ 302,96 no mês passado, pagando R$14,99 a mais que em setembro. A batata inglesa, que na última pesquisa era o produto com o preço mais alto, em outubro deu lugar a banana, que aumentou 28,72%. Também houve um aumento no preço do tomate, com 18,71%, e do açúcar, com 14,05%. Já o produto que registrou a maior queda no preço foi a farinha de trigo, com -7,14%. No acumulado dos doze meses, esta foi a terceira maior alta. A primeira foi registrada em fevereiro (6,28%) e a segunda em abril (6,17%).

Mais produtos, mais gastos

O Observa  acompanha também a variação dos preços do cesto de produtos básicos, que é formado por 57 itens divididos nas categorias de produtos alimentares in natura, semi-industrializados e industrializados, produtos de higiene e limpeza e serviços tarifados. Comparado com setembro, o mês passado teve alta de 1,10% no cesto, fazendo os consumidores desembolsarem R$1.150,38 (um aumento de R$12,55). De outubro de 2014 para outubro de 2015, este foi o mês mais caro do cesto, que registrou alta de 13,09% nos preços (R$133,14 a mais).

No 10º mês do ano, o produto que teve o maior aumento de preço foi a couve, com 7,16%, seguido do ovo, com 6,42%. Quem se distinguiu ainda foi o fermento para pão, mas de uma forma positiva, pois registrou a maior baixa, uma redução de -32,77%, acompanhado pela laranja, com -19,28%.  Júlio destaca que para o final de ano, a carne está entre os produtos que podem ter as maiores altas. “As carnes tem tido os preços pressionados no fim do ano para atender a procura interna e cumprir com as exportações para o mercado internacional. Assim, é possível que elas sofram algum aumento para o fim do ano em função do maior consumo relacionados as festas”.

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