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Bate-papo com jornalistas traz experiências e desafios da profissão

Profissão

Texto Rafael Pedroso, Fernando Bortoluzzi e Mirella Schuch*

 

Os desafios da profissão são pautas fixas de reflexão no jornalismo. Mas você já parou para pensar no que é ser jornalista? Um profissional multitarefas, atuante em diferentes áreas e constantemente lidando com as crise da profissão. Estes foram os pontos abordados pelos profissionais convidados a participar da roda de conversa realizada pelo curso de Jornalismo da Unochapecó na segunda-feira (08/04), em alusão ao Dia do Jornalista, celebrado no dia 07 de abril.

Estudantes, professores, técnicos, egressos e convidados tiveram a oportunidade de participar de um debate sobre o jornalismo e os desafios da profissão no contexto atual. A professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) - Campus de Frederico Westphalen, Luciana Menezes Carvalho, trouxe o cenário do Jornalismo em outro estado, o relato de sua trajetória profissional e destacou como o jornalista precisa se adaptar para enfrentar as crises da profissão.

A jornalista graduada pela Unochapecó e assessora de comunicação da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) - Campus de Chapecó, Flávia Durgante, falou sobre sua vivência de não ter sido somente uma jornalista, mas sim uma profissional militante. Também abordou que os jornalistas precisam ver-se como trabalhadores e unir-se enquanto classe.

O também egresso do curso de Jornalismo da Unochapecó, e professor na Unoesc Xaxim, Ricardo Sékula, trouxe a questão da inovação do Jornalismo e da convergência entre os meios e os demais cursos de comunicação.

Para a coordenadora do curso, professora Angélica Lüersen, a reflexão sobre a profissão é fundamental. "Considerando o contexto político, econômico e social, entendemos que hoje é mais evidente ainda a necessidade do jornalista compreender o seu papel social", salienta.

A professora complementa dizendo que há palavras que caracterizam a profissão de jornalista, sendo elas a empatia, a ética e a credibilidade. "Não posso ser mais ou menos ética, sou ou não sou ética, tenho credibilidade ou não. Isto é importante, a responsabilidade e compromisso social. Ser jornalista é primeiro uma paixão, não dá pra ser jornalista se você não gosta", frisa.

Para a estudante do primeiro período do curso, Angela Bueno, o Jornalismo ainda é um mundo novo, pois ela está no início da graduação. “É muito bom poder conversar com profissionais da área. Eles contam suas experiências e assim, conhecemos um pouco do que a vida de jornalista nos reserva", afirma.

Angela destaca que os profissionais devem dar oportunidade para as pessoas conhecerem novos mundos. "É o conhecimento verdadeiro que desconstrói os preconceitos. Então, os futuros jornalistas devem aprender a apresentar o novo para as pessoas a fim de que elas tenham a oportunidade de abrir sua mente", expressa.

A estudante do quinto período, Valéria Romanzini Cenci, destaca que os profissionais, que atuam em diferentes áreas do jornalismo, trouxeram relatos e debates importantes. "O Ricardo, por exemplo, mostrou a perspectiva de que não estamos mais sozinhos, e que ser jornalista não é mais só produzir conteúdo, mas também produzir e apresentar esse conteúdo, trazendo uma pegada mais inovadora”, destaca.

 

*Estagiários da Acin Jornalismo, sob supervisão de Eliane Taffarel

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