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Curso de Jornalismo produz rádio na Feira Inspira Mulher

Educação

Texto Isadora Figueiró Zanluchi, Milena Fidelis e Deisiana Damarat*

 

Aprendizado e experiência: essas são palavras que definem a prática imersiva dos estudantes do curso de Jornalismo da Unochapecó, que participaram da Feira Inspira Mulher através da produção de uma Rádio. O evento ocorreu entre os dias 02 e 04 de setembro, no Centro de Eventos de Chapecó, direcionado ao empreendedorismo feminino e contou com a participação de expositores, workshops, mentorias, rodadas de negócios e palestras. Além disso, contou com mais de 60 stands com o objetivo de gerar, criar e fortalecer parcerias, compartilhar informações e experiências de vida.

Foi nesse ambiente que o curso de Jornalismo produziu a Rádio Conecta. Os estudantes desenvolveram toda a programação que contou com música, entrevistas, utilidade pública, pautas e divulgando informações. Segundo a estudante do 6o período, Anna Luisa Schuck, sua participação na Rádio Feira foi uma experiência muito proveitosa, tanto para sua formação pessoal, quanto profissional. “Oportunidades como essa nos fazem aprender como fazer Jornalismo, para lá na frente não cometer erros básicos por não ter aprendido”, comenta. Para ela, o evento também auxiliou na formação de contatos e foi uma maneira de mostrar a proatividade dos acadêmicos do curso.

Já para a estudante do 2o período, Schaiane Bohn, a oportunidade de participar da experiência como voluntária na Rádio Conecta contribuiu para sua formação acadêmica. “É um desafio estar no segundo período do curso e já estar lá, vivendo na pele a experiência do ao vivo, vendo que as pessoas que estão lá estão te ouvindo”, comenta.

De acordo com a professora, Angélica Lüersen, o curso oportuniza experiências práticas ao longo da formação e experiências laboratoriais. Contudo, o contato direto com o mercado e com o público externo tem um potencial para desenvolver o estudante nas habilidades relacionadas à profissão do jornalismo. "O estudante é visto pela comunidade externa e sem dúvida essas são experiências desafiadoras que colocam o aluno num movimento de formação que é bem importante, tirando-o da zona de conforto", conclui. 

Para a organização dos três dias, foi montada uma escala, onde cada aluno ficou responsável com a entrega de sua devida função. "Essa postura profissional é muito bem avaliada quando nós temos a oportunidade de receber feedbacks dessas parcerias. São sempre retornos positivos, justamente pela seriedade e comprometimento que os alunos assumem. Então, sem dúvida, foi um desempenho à altura", destaca Angélica.  

Do ponto de vista de formação acadêmica, a professora aponta que "por mais que tivesse script, no rádio tem muito improviso. É sobre se adaptar, perceber, ter o feeling, o faro jornalístico. Então essa atividade proporciona a oportunidade de aprimorar essas habilidades", afirma. Angélica ressalta a importância de que os estudantes vejam essas atividades como potenciais para de fato participarem. "A sala de aula tem o intuito de ser esse espaço de formação. Temos uma série de práticas laboratoriais desenvolvidas ao longo do curso, entretanto nenhuma se compara a experiência real como a cobertura de uma Rádio Feira, com pessoas que talvez não tivessem tão habituadas com esses profissionais da comunicação", salienta. 

 

*Estagiárias da Acin Jornalismo sob supervisão de Eliane Taffarel

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Rádio
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