Webmail
Menu Busca

Cápsula é manipulada com base em fruta típica do nordeste

Geral

Uma nova opção de fitoterápico tem apresentado bons resultados no ramo do emagrecimento. O extrato de koubo, comercializado em forma de cápsulas, é capaz de reduzir o apetite, contribuindo com o controle do peso corporal. O produto é manipulado com base na fruta Cactácea Cereus sp, conhecida como pitaya, que pode ser encontrada no nordeste brasileiro. A planta possui efeito diurético além de diminuir o desejo de comer doces pois proporciona a sensação de saciedade.

Além de ser de origem natural o produto é composto por substâncias como o ômega 6 e 9, ácidos graxos que auxiliam na redução do colesterol ruim, e também da betalaina e indicaxantina, elementos capazes de aumentar a diurese, eliminando excesso de líquidos e toxinas. “Mas isso não significa que o Koubo seja mágico. Para obter os resultados esperados é necessário manter uma alimentação balanceada e praticar exercícios físicos” explica a farmacêutica da Farmácia Escola, Aline Mânica.

O Koubo é marca registrada do Grupo Pharmacopeia, para insumo fitoterápico, não é um produto acabado ou registrado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) embora tenha efetividade comprovada cientificamente. Uma pesquisa desenvolvida no Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais (Cescage), no Paraná, mostrou que seu extrato pode ajudar a perder até cerca de 9,7 kg e até 7,8 centímetro de barriga, em 90 dias.

Como funciona

O produto impulsiona a liberação de glucagon, hormônio responsável pela regulação dos níveis de glicose no sangue, o que estimula a glicogenólise e a liólise, liberando insulina e disponibilizando glicose para célula. Nisso consiste a principal ação do Koubo, responsável pela sensação de saciedade.

Devido a sua propriedade hiperglicemiante, o Koubo não deve ser usado por diabéticos. Também não é recomendada para mulheres com síndrome de ovários policísticos. O tratamento com o fitoterápico koubo deve ser acompanhado por indicação de médicos, nutricionistas ou outro profissional da saúde, pois é importânte ter uma completa avaliação do caso clínico do paciente.

 

COMPARTILHE

LEIA TAMBÉM

comments powered by Disqus