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Reitor da Unochapecó visita instituições educacionais no Japão e em Singapura

Inovação

Com as agendas cheias de anotações, fotos registrando cada espaço com novidades, novos contatos nos celulares e em cartões de visitas trocados. Muito trabalho pela frente e, principalmente, excelentes perspectivas para o futuro. Assim pode ser definido o retorno da comitiva catarinense que viajou ao Japão e Singapura na segunda quinzena de novembro. 

A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) e pela Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe) promoveram uma Missão Técnica por instituições do ecossistema de Ciência, da Tecnologia e da Inovação (CTI) no Japão e em Singapura. A comitiva catarinense contou com representantes de 23 Instituições de Ensino Superior do Estado, entre eles o Reitor da Unochapecó, professor Claudio Alcides Jacoski.

Foram mais de 60 horas a bordo em deslocamento em carro, avião, ônibus e até trem bala, passando por nove cidades, em busca de resultados para a educação superior e, logo, para o desenvolvimento catarinense. O grupo de reitores e docentes visitou universidades, embaixadas e espaços de inovação nos países com a proposta de conhecer as prioridades no que diz respeito à pesquisa científica, ao desenvolvimento socioeconômico e à inovação. Para o Reitor da Unochapecó, a recepção por parte das instituições asiáticas foi muito efetiva, já que elas se interessam pela grandiosidade do mercado brasileiro, inclusive na questão cultural, o que aumentou a bagagem de competências da missão.

“O que trazemos como experiência é o empenho que se tem pela educação, e o esforço que se faz para utilizar a educação como um processo de desenvolvimento nacional. No Brasil, poderíamos focar muito mais no resultado, nos processos de desenvolvimento econômico, social, tecnológico, e estamos perdendo muito tempo com assuntos que não focam na melhoria das condições de vida das pessoas”, reflete Jacoski. 

Além de buscar experiências e insights de modelos a serem aplicados no Estado, o grupo busca formalizar acordos de cooperação com as organizações que fazem parte da intensa programação. A Universidade Tecnológica de Tóquio, criada em 1947, com mais de 34 mil egressos, foi o primeiro local visitado pela comitiva. O reitor da Universidade, Yasuhiro Ohyama, e os professores Kenji Hara e Edwardo F. Fukushima, receberam os brasileiros no campus para apresentar dados e missões da Universidade. Entre os assuntos abordados, estiveram os trabalhos realizados pelo Centro de Compositores de Matrizes Cerâmicas, pela Escola de Engenharia, Escola de Mídia, Ciências da Saúde, Design, Ciência da Computação e Educação Cooperativa de Engenharia. 

O itinerário da comitiva de gestores catarinenses na Missão Japão-Singapura também visitou a Embaixada do Brasil no Japão, o Instituto Tecnológico da JICA, o Ministério da Educação, da Cultura, dos Esportes, da Ciência e da Tecnologia do Japão, os dois campus da Universidade de Chukyo, Universidade de Quioto, a Universidade Tecnológica de Nanyang, a Universidade Nacional de Singapura, o Centro de Pesquisa em Agricultura Urbana Sustentável, entre outras instituições. Muitos pesquisadores brasileiros que atuam nos países também conversaram com a comitiva.

O diálogo dos brasileiros com o jeito asiático de promover a educação foi além de estabelecer e aprimorar parcerias entre as instituições, o que costuma ser inviabilizado pela distância. Jacoski destaca os relacionamentos criados com as instituições japonesas e singapurianas. 

“É um orgulho essa representação da Unochapecó frente a essas grandes instituições que nós estivemos visitando, e também um orgulho de representar a parte da Unochapecó a Seção Brasileira de Universidades Comunitárias. Tenho certeza que traremos frutos importantes, sejam para o relacionamento do nosso Pollen Parque Científico e Tecnológico, seja pelas possibilidades criadas com empresas e instituições de ciência e tecnologia daquele país, e também com as universidades. É o momento de captar conhecimento, de se aproveitar, de absorver muito do que acontece lá, e trazer para nossa realidade, conforme o nosso momento a nossa forma de ser”, finaliza.

 

* com informações Comunicação Fapesc.

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