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Sigefredo Pacheco, no Piauí, foi por 15 dias a cidade dos rondonistas da Unochapecó

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Oito estudantes e duas professoras da Unochapecó participaram da Operação Velho Monge do Projeto Rondon, na cidade de Sigefredo Pacheco, no Estado do Piauí, entre 18 de janeiro a 3 de fevereiro deste ano. Para compartilhar as experiências vivenciadas durante a viagem, será realizado na próxima sexta-feira, 9 de maio, às 19h no salão de atos, a atividade de socialização. As inscrições para o evento podem ser realizadas até o dia 8 de maio através do site da universidade no link Eventos. A participação é gratuita com direito à certificação de 4 horas.

A equipe que representou a Unochapecó nesta operação foi composta pelos estudantes Rodrigo Fritz, Alesandra Bassani e Marcela Fontana do curso de Medicina, Aline Rohden de Farmácia, Carla Letícia Peripolli de Fisioterapia, Kauane Bordin de Ciências Biológicas, Mônica Tessaro da Psicologia, Natália Hoefle da Enfermagem. As professoras Deborah Amorim e Tania Ascari acompanharam os alunos. As atividades foram desenvolvidas em conjunto com os participantes da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

Foram realizadas ações educativas na cidade e em comunidades do interior. A equipe tratou de temas como saúde ambiental, sexual/reprodutiva, saúde bucal, doenças endêmicas, prevenção da violência e a prevenção do uso de álcool e drogas. Também foram desenvolvidas capacitação para agentes comunitários, palestra para os conselhos municipais e curso de primeiros socorros. Ocorreu ainda orientação sobre diabetes, câncer, pressão arterial, conhecimento e potencializarão da cultura local. A interação promoveu a troca de experiência entre os rondonistas e a comunidade.

Sigefredo Pacheco por 15 dias foi a cidade dos rondonistas da Unochapecó. O município de 9.619 habitantes esta localizado a 160km de Teresina. O bioma é caatinga e a economia é baseada em serviços, sendo seu maior empregador a Prefeitura Municipal.

A Operação Velho Monge, coordenada pelo Ministério da Defesa e pelas Forças Armadas, contou com a participação de cerca de 400 estudantes e professores de universidades de todo o Brasil. Eles atuaram em municípios dos Estados do Piauí e Maranhão.

Vivências

A participação no projeto possibilitou aos estudantes vivenciar uma realidade diferente, aprofundar conhecimentos e compartilhar experiências de vida e de cidadania com a população da cidade. Segundo a acadêmica Mônica Tessaro, o conhecimento de uma nova cultura proporcionou a oportunidade de desenvolvimento pessoal e profissional. “Colocar em prática a teoria aprendida na universidade é desafiador, uma vez que precisa dialogar com a cultura e os hábitos de vida da comunidade”, complementa.

Conforme a professora Tânia Ascari, a participação no projeto é um grande anseio dos estudantes. “Com certeza os selecionados mergulham nesta experiência com orgulho, de braços e coração aberto”, declara. Viver o Rondon é, conforme ela, um momento ímpar na formação acadêmica. “Permite (re)conhecer a diversidade sociocultural do nosso país e a partir dessa vivência se solidarizar com pessoas de locais onde o acesso a serviços e algumas políticas públicas ainda são restritos e onde a carência não é só de recursos e conhecimento, mas também de apoio, atenção e carinho”, finaliza.

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