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Núcleo de estudos etnológicos e arqueológicos - NEEA

Implantado oficialmente em 2004 o Núcleo de Estudos Etnológicos e Arqueológicos do CEOM contou com financiamento viabilizado pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e pela Fundação Vitae. Contudo, o interesse pelo patrimônio arqueológico vinha desde a década de 1980, dada a grande quantidade de sítios arqueológicos conhecidos no oeste catarinense e a necessidade de preservação e pesquisas que trouxessem informações sobre o passado pré-colonial dessa região.

O NEEA, a partir do convênio com o IPHAN, se constitui instituição apta a receber acervos oriundos de pesquisas de arqueologia consultiva e das desenvolvidas pelo próprio Núcleo, mantendo ações de pesquisa, curadoria e difusão desse patrimônio.

Os relatórios de pesquisas arqueológicas desenvolvidas no oeste catarinense estão disponíveis na Biblioteca Setorial e também no banco de dados online. A reserva técnica pode ser objeto de pesquisa sob agendamento antecipado.

O Núcleo está dividido em Laboratório, Reserva Técnica e Espaço Museológico. Articula suas ações com outros dois laboratórios do CEOM, o de Educação Patrimonial e o de História Oral, e suas publicações estão vinculadas às linhas editoriais do Centro de Memória.

Atualmente o núcleo desenvolve dois projetos de longa duração:

a) “Arqueologia da Floresta Atlântica Meridional Sul Americana (ABAMS)” desenvolvido por meio do convênio binacional entre CEOM/Unochapecó com o Instituto Nacional de Antropologia e Pensamento Latino-Americano, do Ministério da Cultura da Nação Argentina. Busca pesquisar as ocupações pré-coloniais do oeste catarinense e da província de Misiones, ampliando o conhecimento sobre o processo de povoamento com grupos caçadores-coletores e agricultores, Guarani e Itararé-Taquara encontrados na região de “Mata Atlântica”, que inclui grandes unidades da paisagem, tanto áreas de floresta subtropical (especialmente rios Uruguai e Paraná), como regiões de planalto com presença de mata de araucária. Mais informações podem ser obtidas no blog arqueologia das terras baixas, link abaixo.

b) “Primeiros povoamentos do Alto Rio Uruguai (SC/RS)”, conta com recurso financeiro do Ministère des Affaires Etrangères (França), tem previsão de duração de pelo menos quatro anos, reúne pesquisadores brasileiros e franceses. O objetivo principal é estudar as ocupações do Holoceno antigo em sítios arqueológicos localizados próximos a foz do rio Chapecó no Uruguai, na área são localizados sítios importantes do ponto de vista da variabilidade e da originalidade da tecnologia lítica.

 

Links:

Sociedade de Arqueologia Brasileira

IPHAN - Instituto do Patromônio Histórico e Artístico Nacional

MAE - Museu de Arqueologia e Etnologia

Instituto Anchietano de Pesquisa